🆂🅾🅕🆃 🅼🅰🅲🅗🅸🅝🅴
“Fourth”
O álbum "Fourth” da
banda britânica Soft Machine,
lançado em fevereiro de 1971, desempenhou um papel significativo no
desenvolvimento do rock progressivo, destacando-se por sua experimentação
sonora, fusão de géneros e complexidade musical, influência do jazz
progressivo, contribuição para evolução do género e uso inovador de
sintetizadores.
O álbum foi marcado pela ousadia e pela exploração
sonora. Os Soft Machine, ao longo de
sua carreira, sempre foram conhecidos por sua abordagem experimental e fusão de
diferentes estilos musicais. "Fourth"
não foi exceção, apresentando uma ampla gama de experimentação sonora,
incluindo improvisações, mudanças de tempo e estruturas complexas.
O álbum incorpora elementos de jazz, rock, música
clássica e avant-garde. Essa fusão de
géneros era uma característica proeminente do rock progressivo, que procurava
transcender as fronteiras musicais tradicionais e criar uma abordagem mais
eclética à música.
"Fourth"
exibe uma complexidade musical notável, tanto em termos de arranjos quanto na
execução instrumental. As composições são intrincadas e desafiadoras, com
mudanças frequentes de ritmo, estruturas não convencionais e uso extensivo de
instrumentos não tradicionais para o rock, como sintetizadores.
Os Soft Machine
têm fortes influências do jazz progressivo, e isso se reflete fortemente em "Fourth". A presença de
improvisações, a habilidade técnica dos músicos e a abordagem de estruturas
musicais mais soltas foram características comuns ao jazz progressivo e
ajudaram a moldar o som de Soft Machine.
O álbum é conhecido por suas composições complexas e
experimentais, todas contribuindo para a atmosfera progressiva do álbum. "Teeth" é um bom exemplo da abordagem experimental de Soft Machine. Apresenta uma mistura de
improvisação, mudanças de tempo e uma estrutura musical não convencional.
"Kings
and Queens" destaca-se pela sua
complexidade instrumental, com várias seções distintas que incluem
improvisações e mudanças de dinâmica. O uso criativo de sintetizadores também
contribui para a natureza progressiva da faixa.
"Fletcher's
Blemish" É Uma
peça mais curta, mas não menos complexa apresentando mudanças rápidas de ritmo,
destacando a fusão de estilos que caracteriza o rock progressivo.
"Virtually" ocupa todo o lado 2 do álbum e é
uma composição instrumental em quatro partes que destaca a habilidade técnica
dos músicos de Soft Machine.
Incorpora elementos de jazz progressivo, com solos intrincados e uma abordagem
experimental à estrutura musical.
"Fourth" foi
lançado em um período crucial para o desenvolvimento do rock progressivo
contribuindo para a evolução do género e influenciando outras bandas e artistas
a explorar fronteiras musicais e a expandir as possibilidades sonoras dentro do
rock.
O álbum é notável pelo uso inovador de sintetizadores,
especialmente o teclado VCS3 de Mike
Ratledge. Esses sintetizadores acrescentaram uma dimensão única ao som da banda,
introduzindo texturas eletrónicas e contribuindo para a sonoridade vanguardista
do álbum.
A receção positiva de "Fourth" entre os fãs do rock progressivo indicou uma
disposição crescente por parte do público para abraçar a complexidade musical e
as abordagens mais experimentais, marcando um momento importante na aceitação
desse tipo de música.
Em resumo, "Fourth"
dos Soft Machine é reconhecido como
um marco no desenvolvimento do rock progressivo devido à sua ousadia musical,
fusão de estilos, complexidade instrumental e influência na cena musical da
época. O álbum contribuiu para a expansão das fronteiras do rock e inspirou
muitas outras bandas a explorarem territórios musicais mais progressivos e
ecléticos.
♪
Songs / Track listing
Side
1
1."Teeth" (Mike Ratledge) – 9:15
2."Kings and
Queens" – 5:02
3."Fletcher's
Blemish" (Elton Dean) –
4:35
Side two
4."Virtually Part
1" – 5:16
5."Virtually Part
2" – 7:09
6."Virtually Part
3" – 4:33
7."Virtually Part
4" – 3:23
♫
alto saxophone, saxello
acoustic piano, Hohner Pianet electric
piano, Lowrey organ
bass guitar, fuzz bass
Drums
Additional personnel
Roy
Babbington – double bass (1, 3, 4, 6)
Mark Charig –
cornet (2, 3, 4)
Nick Evans –
trombone (1, 2, 4)
Jimmy
Hastings – alto flute (6), bass clarinet (1, 6)
Alan Skidmore –
tenor saxophone (1, 6)
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